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Museu Guido Viaro recebe coleção particular sobre o cineasta italiano Federico Fellini, em comemoração ao seu centenário

No dia 23 de janeiro, o cineasta italiano Federico Fellini será, oficialmente, eternizado em Curitiba. Diretor de obras consagradas, como o filme 8½ e aclamado pela crítica internacional, Fellini receberá uma exposição permanente na capital paranaense.

O projeto FELLINI 100 ANOS foi organizado pelo produtor cultural e curador Antonio Cava, em alusão ao centenário do artista. Para eternizar o nome do diretor italiano, Cava doou todo o seu acervo construído ao longo de três décadas, com peças raras, ao Museu Guido Viaro, em Curitiba. “A coleção ‘FELINNI 100 ANOS’ foi construída ao longo de 30 anos com a emoção de um curador apaixonado pela obra do cineasta”, disse o produtor.

ACERVO ORIGINAL

O acervo contém uma vasta galeria de filmes, documentários, retratos, fotografias, desenhos, ilustrações e mais de 100 livros sobre Fellini, adquiridos, com exclusividade, por Antonio Cava. Boa parte das peças foi obtida na cidade de Rimini, na Itália. Os livros e cartazes vieram de livrarias e antiquários de Rimini e também de Roma. E as reproduções dos desenhos da Fundação Fellini de Rimini.

PARA O FUTURO…

Sobre o projeto, Cava destacou ainda que “a exposição quer apresentar Fellini às novas gerações, e para quem já o conhece, um convite para se apaixonar um pouco mais. Um convite ao sonho”, disse, ao completar que “seria uma ironia o esquecimento pra quem trabalhou tanto o material da memória em seus filmes”.

GUARDIÕES DO “PICCOLO MUSEU”

O espaço dedicado a Fellini foi apresentado, previamente, em dezembro do ano passado, a 20 personalidades curitibanas da cultura, artes, cinema e comunicação. Elas foram eleitas como os guardiões da coleção em Curitiba. Cada uma recebeu uma chave simbólica da galeria e a lista completa do acervo.

Um coquetel recebeu esses guardiões do “Piccolo Museu Fellini”, em Curitiba. Após as homenagens, as personalidades fizeram uma visita de honra ao espaço reservado dentro do Museu Guido Viaro, para conhecer as peças da Coleção Fellini.

APOIO INCONDICIONAL

Proprietários do Museu Guido Viaro, pai e filho, Constantino e Guido Viaro, respectivamente, aprovaram a iniciativa. “É uma honra para o Museu Guido Viaro apoiar e idealizar esse projeto junto com o Antonio Cava, ao guardar obras de um acervo extraodinário como esse. Apoiamos essa louvável iniciativa, que faz um tremendo bem para a cultura da cidade e para despertar as futuras gerações sobre o trabalho de Fellini”, concordaram Constantino e Guido Viaro.

Advogado e representante do consulado italiano em Curitiba, Luis Molossi, destacou a importância de representar os “guardiões”. “Muita honra e responsabilidade de possuir esta chave e compartilhar com quem esteja pronto a se emocionar com tanta arte. A iniciativa agrada a comunidade italiana e é uma homenagem ímpar ao grande cineasta Federico Fellini, bem como à gestão cultural de Curitiba”.

MEMÓRIA CULTURAL

Outros “guardiões” do acervo, o produtor Rubens Gennaro; o cineasta Fernando Severo; o crítico de cinema Marden Machado; o curador e professor Fernando Bini; o professor e jornalista Paulo Camargo; e o jornalista e escritor Pedro Lichtnow aplaudiram o projeto “FELLINI 100 ANOS”.

De forma unânime, todos concordaram que a galeria resguarda a memória, o trabalho, a personalidade e expande a essência da cultura e da arte em Curitiba, para quem já era fã de Fellini e para o conhecimento das novas gerações.

SERVIÇO

A coleção FELINNI 100 ANOS” será oficialmente aberta, no dia 23 de janeiro, às 19 h, no Museu Guido Viaro. Haverá um coquetel de lançamento no Cabíria Café, que fica localizado no espaço externo do Museu Guido Viaro.

O acesso ao Museu Guido Viaro e ao acervo FELLINI 100 ANOS é gratuito.

MUSEU GUIDO VIARO

ENDEREÇORua XV de Novembro, 1348 – Centro, Curitiba – PR, 80060-000. Telefone (41) 3018-6194. Aberto de Terça a Sábado das 14 às 18 horas. Entrada franca e classificação livre.

EULLER MILLER ENTRE  DOIS MUNDOS

FESTA DE SEPARAÇÃO

O Museu Guido Viaro e o Cineclube Espoletta promovem durante o mês de outubro a Mostra Documentários de Fernando Severo, que vai exibir seis trabalhos do cineasta paranaense, entre eles filmes premiados nacionalmente e exibidos em festivais no exterior. Fazem parte da mostra os longas-metragens “A Polaca” e “Euller Miller Entre Dois Mundos”, os médias-metragens “Festa de Separação” (co-direção de Evaldo Mocarzel), “Helmuth Wagner – Alma da Imagem” (co-direção de Ingrid Wagner) e também os curtas-metragens “O Significador de Insignificâncias” (co-direção de Diego Lopes) e “Xetá”. 

     Fernando Severo é realizador de mais de quarenta filmes como diretor, roteirista e montador, que receberam dezenas de prêmios em festivais nacionais e internacionais. Foi Diretor do Museu da Imagem e do Som do Paraná de 2011 a 2016.  É doutorando e pesquisador em cinema, com diversas publicações e participações em eventos nacionais e internacionais nas áreas de audiovisual e comunicações. Dedica-se também a atividades didáticas,  exercidas nas últimas décadas em instituições como a Universidade Estadual do Paraná, PUCPR, Universidade Positivo, Universidade Tuiuti e Centro Europeu.  
     O Cineclube Espoletta é o mais antigo em atividade no Paraná e funciona aos sábados no auditório do Museu Guido Viaro. A entrada é franca e as sessões vão acontecer aos sábados, com início às 17h30. Após a exibição dos filmes vai haver uma conversa entre o diretor e o público, intermediada por convidados especiais: o fotógrafo João Urban, a crítica e historiadora de arte Maria José Justino e a antropóloga Maria Fernanda Maranhão.  
 
Programação:
 
Dia 05/10:
 
O Significador de Insignificâncias (co-direção de Diego Lopes) (2014, 15min.)
O multiartista Hélio Leites une artes plásticas, poesia e performance para criar ações minimalistas de intervenção urbana. Chamado pelo poeta Paulo Leminski de “significador de insignificâncias”, recicla materiais destinados ao lixo e constrói com eles um universo próprio repleto de novos significados.
 
A Polaca (2013, 70 min.)
Uma original história de amor está por trás do quadro “A Polaca”, considerado pela crítica o melhor retrato brasileiro pintado na década de 1930. O filme entrelaça a história de seu autor, Guido Viaro, pintor italiano radicado em Curitiba e de sua musa de origem polonesa, Hedwiges Mizerkowski.
 
Convidada: Maria José Justino (crítica e historiadora de arte)
 
Dia 19/10:
 
Xetá (2010, 20min.)
Durante o desordenado processo de colonização do noroeste do Paraná, nos anos 40 e 50, foi avistada uma população indígena que até então havia tido pouquíssimo contato com o homem branco. Em pouco tempo o povo Xetá foi expulso de suas terras e disperso para outros locais. A quase extinção dos Xetá acabou contribuindo para provocar um desastre ecológico irreversível na região.
 
Euller Miller Entre Dois Mundos (2018, 76min.)
Euller Miller é um jovem indígena brasileiro da etnia kaiwá que saiu de sua pequena aldeia nos arredores de Dourados (MS) para cursar odontologia em uma universidade pública em Curitiba. O filme acompanha sua complexa transição entre dois mundos contrastantes e a busca de novos horizontes que não impliquem na perda de suas raízes indígenas.
 
Convidada: Maria Fernanda Maranhão (antropóloga)
 
Dia 26/10:
 
Festa de Separação (co-direção de Evaldo Mocarzel) (2012, 25min.)
O filme registra e expande o documentário cênico “Festa de Separação”, concebido e encenado pela atriz Janaina Leite o músico Fepa, discutindo os meandros de sua relação amorosa e o processo de separação do casal.
 
Helmuth Wagner – Alma da Imagem (co-direção de Ingrid Wagner) (2009, 50min.)
Radicado em Curitiba desde a infância, o fotógrafo catarinense Helmuth Wagner (1924-1988) deixou um extraordinário legado fotográfico sobre a natureza, a cultura e o povo do Paraná. Unindo perfeição e inovação técnica a um grande domínio da expressão artística, suas fotos influenciaram várias gerações de fotógrafos e lhe valeram inúmeras premiações nacionais e internacionais.
 
Convidado: João Urban (fotógrafo)
 
Serviço: Mostra Documentários de Fernando Severo
Data e horário: 05, 19 e 26 de outubro às 17h30
Local: Museu Guido Viaro – Rua XV de Novembro, 1348
Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca

foto reprodução

O mar no olhar do talentoso Marcos Bento

Nesta quinta-feira (31) às 19 hs abre no Museu Guido Viaro a exposição “Fractal” do artista plástico e produtor cultural Marcos Bento.  São ao todo 19 obras em grande escala e tem como tema as belezas do mar. As pinturas ficam expostas até o dia 1º de março, das 14h às 18h, no Museu Guido Viaro ( Rua XV de Novembro, número 1348 ). A curadoria é do artista plástico Edson Busch Machado.

Catarinense de Blumenau o artista é radicado em Curitiba e seus trabalhos já foram expostos em vários estados brasileiros e no exterior em paises como Espanha e Estados Unidos.

 

 

foto maringas maciel

Luca Rischbieter, neto de Paul Garfunkel, na exposição

Centenas de artistas, empresários, profissionais e amigos de Luca e Monica Rischbieter estiveram no Museu Guido Viaro, em Curitiba, na noite do dia 16 de março, para a abertura da exposição Paul Garfunkel – Pintor Viajante, com curadoria de Antonio Carlos Suster Abdalla. As 70 obras das mais diversas técnicas e temáticas foram selecionadas pelo curador no acervo da família que pertence aos netos do artista. A mostra, de extrema delicadeza e qualidade artística, fica aberta ao público até o dia 29 de abril.