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Escritora, compositora, poeta, tradutora e eterna musa de Paulo Leminski. Seu nome Alice Ruiz. Ela vai participar do projeto ” O Fotograma Revisitado “, que traz a nossa assinatura. Ela vai dar vida a Alexandra Del Lago, personagem vivida por Geraldine Page no filme “Doce Pássaro da Juventude”, de Richard Brooks de 1963. Toda a produção visual será da Vimax Hair Beauty e Alárcon Jóias. O cenário  será no espaço do artista plástico e escultor Celso Izidoro. A lente fica a cargo de Pedro Nossol. Quem vai viver o personagem Chance será o top model Renan Dalprá. O figurino exclusivo será produzido por Oracy Munhoz da Rocha Lacerda. O ensaio acontece no inicio de 2018.

O rebelde e impetuoso Chance será vivido pelo modelo Renan Dalprá.

 

Paul Newman e Geraldine Page (recebeu uma indicação ao Oscar) nos papéis originais de Doce Pássaro da Juventude.

Exposição “De Perséfone a Catrina: a mulher e o seu divino” apresenta a beleza de um ser integral na sua imensa complexidade e perfeição.

Por Emanuelle Spack

Trabalhar o universo feminino envolve questões que vão além da esfera da beleza. Ser mulher é muito mais que isso! E essa é a proposta da exposição “De Perséfone a Catrina: a mulher e o seu divino”, de Aparecida Moreira Demarchi, fotógrafa, designer e professora de dança, que retrata em 15 fotos impressas em tecido de seda, as inúmeras mortes e renascimentos de uma mulher ao longo do seu processo de amadurecimento. A mostra fica aberta de 07 de agosto a 15 de setembro, no Espaço de Arte Francis Bacon, da Ordem Rosacruz – AMORC, com entrada franca.

Em suas fotos, Cida Demarchi procura mostrar a essência do ser humano e seus sentimentos com um olhar único, sem preconceitos, registrando momentos de alegria, ternura, drama e arte. Para ela as fotos significam sua própria experiência de vida. “Um depoimento, um desabafo, um gesto de amor a todas as mulheres que merecem ser felizes”, conta Cida. Ela apresenta nessa mostra questões para um momento de reflexão sobre o que realmente é belo, é jovem, é pleno, além de acreditar na força da arte como um meio questionador e instigante no desenvolvimento de seres mais livres e mais leves.

Para integrar a esfera colorida desta exposição, outros elementos compõem o Espaço de Arte Francis Bacon: um fotolivro que traz diferentes imagens e conteúdos relacionados ao conceito de cada personagem da exposição; um pequeno altar dos mortos, uma réplica do que se encontra na festa do “Día de Los Muertos”, no México; e um cenário onde o visitante poderá fazer uma selfie caracterizado de “Catrina”.

Cida Demarchi utiliza a morte como recurso de diálogo porque entende que neste processo de desenvolvimento humano não há volta, ou seja, uma vez dado um passo à frente, não se volta mais. Algo como morrer para passar por uma experiência para renascer para outra. Então, a morte aqui tem uma perspectiva altamente positiva de continuidade e esperança.

A fotografia chegou em sua vida no ano 2008 quando Cida se inscreveu em um curso de fotografia para incentivar uma pessoa que estava precisando recomeçar a sua vida profissional. “No entanto, neste curso, encontrei uma professora muito especial, a Lya Uba. Uma mulher completamente apaixonada pela fotografia. Fui contaminada imediatamente. A partir daí experimentei vários segmentos da fotografia até chegar ao tema que mais me encanta: o ser humano, trabalhado no retrato. Aos poucos fui costurando as várias questões que me chamam a atenção dentro desta temática”, conta Cida.

Ao falar do feminino em seu trabalho fotográfico, Cida Demarchi revela que a dança foi determinante para enveredar por esse caminho do empoderamento da mulher. “Nesta série eu retrato as inúmeras mortes e renascimentos de uma mulher ao longo do seu processo de amadurecimento”.  E não é à toa que a mulher é um caso especial dentro deste tema, porque ela recebe uma carga de responsabilidades e cobranças muito acima dos limites suportáveis. Ser mãe, mulher, profissional, jovem, alegre e feliz não é sempre possível. Não nos modelos que se impõe. “No estúdio de dança eu ouço muitos depoimentos e todos são uníssonos: mulheres infelizes porque não correspondem ao que se espera delas, ou o que elas acham que se espera. Vejo mulheres lindas se sentindo feias, mulheres jovens achando que o tempo já passou, mulheres muito competentes se sentindo inseguras”. Pensando nisso, Cida traz todas essas questões para um momento de reflexão sobre o que realmente é belo, é jovem, é pleno. “Eu não tenho a pretensão de mudar o mundo, mas acredito na força da arte como um meio questionador e instigante no desenvolvimento de seres mais livres e mais leves”, ressalta a fotógrafa.

Este ano o Espaço de Arte Francis Bacon realizou a primeira oficina de arte-educação para crianças com idade entre 6 e 10 anos. De acordo com a coordenadora do Espaço, Marcela Lobo, esse projeto já estava incluído nos planos para ser implantado, “pois a arte está alinhada com a educação para promover o desenvolvimento integral do ser”, explica Marcela. A ideia consiste em desenvolver uma oficina em cada exposição com parceria dos artistas na elaboração de uma atividade. De acordo com Marcela “trabalhar a educação no universo artístico é uma nova oportunidade para que as crianças aprendam uma nova atividade”,

Com a exposição “De Perséfone a Catrina: a mulher e o seu divino”, Cida Demarchi vai organizar a segunda oficina de arte-educação, no dia 23 de agosto, com um exercício que envolverá o universo fotográfico, “uma tarefa para causar uma sensibilização do olhar para a fotografia, utilizando a pareidolia como forma lúdica para despertar esse olhar”, finaliza a fotógrafa. A oficina é gratuita, mas com vagas limitadas. Inscrições por e-mail para cultural@amorc.org.br

Sobre Cida Demarchi:

 

Cida Demarchi é membro da United Photo Press, uma ONG que atua há 27 anos na divulgação da arte (fotografia, pintura e escultura) através de exposições em museus da Europa e dos Estados Unidos; vice-presidente para o Brasil e curadora para fotografia da International Zarco Academy of Arts e vice-presidente para o Brasil e curadora da IAPAJ – International Association of Plastics Artists in Japan.

Serviço

Evento: “De Perséfone a Catrina: a mulher e o seu divino.”

Data: de 07 de agosto a 15 de setembro de 2017

Local: Espaço de Arte Francis Bacon – Ordem Rosacruz (AMORC)

Endereço: Rua Nicarágua, 2620 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná.

Entrada: Franca

Horário: de segunda a sexta-feira das 13h30 às 17h.

Facebook: https://www.facebook.com/espacoartefrancisbacon/

mana gollo

 

Na próxima terça-feira, dia 01 de agosto, o curso de fotografia doCentro Europeu, uma das principais escolas de profissões da América Latina, vai promover o evento Conversa de Fotógrafoum bate-papo sobre a história e trajetória de dois profissionais que hoje atuam em diferentes vertentes do segmento.

 

Nesta edição, a atividade vai reunir os fotógrafos Mana Gollo , especialista em fotografia documental e social, e Bruno Santos, que atua com ensaios femininos e projetos autorais e voluntários, para uma rica troca de experiências com o público. Durante a conversa, os profissionais vão discutir o cenário atual do mercado de fotografia, analisando a evolução da área e expondo os maiores desafios da carreira de fotógrafo.

 

Sobre os profissionais

 

Natural de Curitiba (PR), Mana Gollo sempre foi apaixonada por fotografia documental e de natureza. Formado pelo curso do Centro Europeu), começou a atuar profissionalmente na fotografia no começo de 2016, após perceber que poderia atuar no mercado com a sua maneira de ver a vida. Hoje além de seus projetos documentais atua na área de ensaios e casamentos.

Já Bruno Santos, iniciou na fotografia em 2009, após o curso no Centro Europeu, três anos depois, passou a atuar como fotógrafo voluntário em projetos sociais. O autoconhecimento e a evolução adquiridos através destes trabalhos , o fizeram enxergar uma nova perspectiva na fotografia. Hoje atua somente com ensaios femininos e os projetos autorais.

 

O evento Conversa de Fotógrafo será realizado na sede do Centro Europeu no bairro Batel (Benjamin Lins,999) a partir das 19h30. Mais informações e inscrições no sitewww.centroeuropeu.com.br, ou pelo telefone (41) 3339-6669.

 

Dia 22, o fotógrafo Marcelo Dallegrave abriu no Armazém La Grappa a exposição A Viagem de Marcelo, com 36 fotos (o número remete à quantidade de poses de um rolo de filme) ampliadas em 15 por 15 cm.

Os registros foram realizados ao longo dos últimos dez anos em viagens de férias pelo Brasil, Argentina, Uruguai, México, Cuba, Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Bélgica, Inglaterra, Itália e Suíça e selecionados com a ajuda do repórter fotográfico Theo Marques, curador da mostra.

O jornalista e escritor Alessandro Andreola assina a trilha sonora da noite de abertura.

Serviço:

Exposição fotográfica A Viagem de Marcelo. De 22/11/2016 a 20/12/2016, no Armazém La Grappa (Al. Dom Pedro II, 390, Batel, Curitiba/PR – Tel.: 41 3016-4534). Abertura dia 22/11/2016, às 19 horas. Informações: (41) 9141-0096 (Marcelo) ou (41) 9141-0097 (Melissa).

Sobre a mostra

Marcelo Dallegrave não é um viajante comum. Ele não participa de qualquer planejamento que antecede uma viagem. Simplesmente vai, livre de expectativas e de informações turísticas, arrastado pela empolgação de quem o acompanha, rumo ao desconhecido.

Na Viagem de Marcelo, interessa o momento em que os pássaros pousam alinhados no gramado do famoso estádio; a arte urbana colada ao bueiro prestes a ser destruída; o recorte geométrico da fachada de um prédio qualquer; a harmonia dos fios, parafusos e tubulações do motor do carro centenário exposto no museu.

Como seu ídolo, o pintor holandês Piet Mondrian, Marcelo converge seu olhar para um pedaço do todo, para as linhas que sustentam a imagem desconstruída, fatiada, mutilada pelas lentes do fotógrafo. Não importa a latitude e a longitude da paisagem no mapa ou a história que lhe deu origem.

A obra de Marcelo, como uma extensão da sua personalidade, captura o instante presente: visceral, único, fugaz e universal. É livre de sistematizações, transcende os códigos e barreiras geográficas e temporais. A roda gigante parece um aro de bicicleta – e talvez o seja mesmo. Seus registros têm a energia do passe perfeito no futebol, para usar uma metáfora do esporte que ele tanto ama, e as cores pulsantes que jorram no público em um solo ao vivo de guitarra, outra de suas paixões.

Não se trata de uma viagem qualquer. Mesmo se você percorresse as mesmas ruas, nas mesmas cidades, nos mesmos dias e horários, seria impossível refazê-la. Esta é a Viagem de Marcelo.

Experiência profissional

  • Começou a atuar profissionalmente com fotografia em 1996, como responsável pelo laboratório e pela cobertura fotográfica de festivais de cinema brasileiros para o acervo do Museu da Imagem e do Som de Curitiba (MIS), instituição na qual hoje atuou posteriormente como conselheiro.

  • Como repórter fotográfico, foi colaborador da coluna Cinemascope, do cineasta TiomKim; da revista Pocket; do jornal Alô Negócios; do site O Plano B; e da revista TopView.

  • Foi aluno de Leopoldo Plentz, Claus Meyer, Ruy Guerra e do italiano Francesco Arese, na cidade de Florença.

Exposições

  • Premiado no 16º e 17º Salão Curitibano de Artes Visuais (2008 e 2009).

  • Participou da mostra “O Cinema no Olhar” (2008), no espaço cultural CafeZau, com uma interpretação fotográfica do clássico O Retrato de Dorian Gray.

  • Registrou a diversidade da cultura paranaense na exposição “Fotobiografia dos Museus do Paraná”. Resultado de uma pesquisa de campo de quatro meses, foi exibida no hall da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (2006) e convertida no livro “Museus do Paraná”.

  • Participou da “Mostra Itinerante de Imagens dos Jornalistas Paranaenses” (2006), realizada pelo Sindicado dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor).

  • Promoveu uma exposição fotográfica individual, com 16 imagens de cinco países do continente Europeu, aberta no James Bar (2006) e posteriormente levada ao Fran´s Café da Praça da Espanha (em Curitiba) e Spaghetto Restaurante (na cidade de Paraty/RJ).

  • Participou da exposição “24 Horas em Curitiba” (2005), promovida pela Literal Link Comunicação Integrada.

  • Fez duas participações seguidas no Salão de Artes do Graciosa Country Club (2001-2002).

AMBIENTE 3 parede J 1

 

A mostra, 1ª de sua carreira em uma galeria, será de 24 de junho a 27 de julho.

 

Bob Wolfenson, um dos maiores fotógrafos contemporâneos de moda no Brasil, abrirá nesta sexta-feira (24 de junho), em Curitiba, a exposição Fashion Stories, composta de 16 imagens capturadas em vários momentos de sua carreira, incluindo fotos das top models Gisele Bündchen e Naomi Campbell. Será na Galeria Portfolio, localizada na Rua Alberto Folloni, 634, Centro Cívico, e terá início às 19h.

 

Trata-se de um acontecimento histórico, pois esta será a primeira vez em que Bob Wolfenson expõe em uma galeria. “É uma honra poder trazer, de maneira inédita, um pequeno recorte do belíssimo trabalho de fotografia de moda de Bob Wolfenson”, afirma Nilo Biazzetto Neto, curador da galeria.

 

As imagens serão exibidas no formato de 40×60, em molduras de 80x80cm. Elas estarão à venda ao valor de R$ 5.000,00, e cada obra terá a edição limitada de 10 impressões para esse formato. Também serão vendidos 150 pôsteres assinados por Bob, no formato de 50×70 cm, pelo valor de R$ 40,00 cada.

 

Bob Wolfenson

Desde que iniciou sua trajetória profissional, aos dezesseis anos, no estúdio da Editora Abril, o paulistano Bob Wolfenson (1954) já trabalhou com os principais gêneros fotográficos. E o fez com sucesso, tanto em seu estúdio como em viagens pelo Brasil e mundo afora – tomando café da manhã no salão vazio do Hotel Glória em Caxambu ou pedindo o room service do Copacabana Palace. Uma das referências nacionais como retratista, fotógrafo de nu e de moda, Wolfenson transita entre a publicidade e a arte. Possui obras nos acervos do Museu de Arte de São Paulo (Coleção Pirelli-Masp), do Museu de Arte Moderna de São Paulo, do Museu de Arte Brasileira da Faap, do Itaú Cultural, entre outras coleções. 

Serviço

Fashion Stories, de Bob Wolfenson

Onde: Galeria Portfolio. Rua Alberto Folloni, 634, Centro Cívico.

Abre: Sexta-feira, dia 24 de junho, a partir das 19h.

Fecha: 27 de julho.

Visitação – Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 20h. Sábado, das 9h às 12h.

Entrada: Gratuita

Censura: Livre