Cinemaskope

Reta final do Festival de Curitiba tem 41% dos espetáculos da Mostra 2014

3 de Abril de 2014

São 14 espetáculos, do total de 34 da Mostra 2014, que entram em cartaz de quinta-feira (3 de abril) até sábado (5 de abril), penúltimo dia do Festival de Curitiba. Quase metade das montagens – ou 41%, para aqueles que gostam da precisão matemática – estará nos últimos quatro dias do evento, incluindo duas estreias nacionais – “O Dia em Que Sam Morreu”  e “Pesadelo” – e um espetáculo internacional – “The Rape of Lucrece”.

 

Quinta-feira começa com seis espetáculos: “Quem Tem Medo de Virgínia Woolf”, no Guairão; “O Dia em que Sam Morreu”, no Guairinha; “Memória Inventada”, no Teatro Bom Jesus; “Laboratorial” e “Como Estou Hoje”, no Sesc da Esquina, e “Se Fosse Fácil Não Teria Graça”, no Paiol.

 

Sexta-feira traz aos palcos do Festival de Curitiba “The Rape of Lucrece”, no Teatro da Reitoria, e a “Importância de Ser Perfeito”, o primeiro espetáculo a ter seus ingressos esgotados, no Centro de Eventos Sistema Fiep.

 

E os seis espetáculos que encerram a Mostra 2014, a partir de sábado são “Paixão e Fúria – Calas, o Mito”, no Positivo Grande Auditório; “A Toca do Coelho”, no Guairão; “Nem Mesmo Todo o Oceano”, no Guairinha; “Pesadelo”, no Teatro Bom Jesus; “Conselho de Classe”, no Sesc da Esquina, e “Nus, Ferozes e Antropófagos”, no Teatro do Paiol.

 

Espetáculos

 

Quem Tem Medo de Virgínia Woolf

“Quem tem medo de Virginia Woolf?” é um daqueles textos clássicos que nos levam ao teatro. Escrito em 1962 pelo norte-americano Edward Albee, considerado um dos maiores dramaturgos do teatro moderno, o texto tem sua quarta montagem no Brasil com Zezé Polessa, Daniel Dantas, Ana Kutner e Erom Cordeiro no elenco.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/176

 

O Dia em Que Sam Morreu

Em tempos de banalização do mal, o que afinal importa para nós? É em torno de questão tão delicada que gira O Dia em que Sam Morreu, espetáculo que a Armazém Cia de Teatro estreia no Festival de Curitiba 2014. A nova montagem do grupo paranaense, radicado no Rio de Janeiro, dramatiza as escolhas éticas que definem o destino de seis pessoas que se cruzam nos corredores de um hospital.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/183

 

Memória Inventada no Sonho de Alguém

O amor é o tema central de “Memória inventada no sonho de alguém”, comédia romântica que faz parte da Trilogia dos Sonhos que o grupo carioca Cia Sala Escura de Teatro traz para o Festival de Teatro de Curitiba. Dirigida por Iuri Kruschewsky, a produção estreou no Rio de Janeiro no segundo semestre do ano passado e agora chega à capital paranaense.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/172

 

LaborAtorial

A Cia dos Atores volta ao Festival de Curitiba para celebrar seus 25 anos com três espetáculos, entre os quais o monólogo “LaborAtorial”, encenado por Marcelo Valle.  Com direção de Cesar Augusto e Simon Will, o texto de Diogo Liberano coloca o ator interpretando a si mesmo, em uma construção que mistura realidade e ficção para propor uma reflexão sobre a vida.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/184

 

Como Estou Hoje

No monólogo “Como Estou Hoje”, encenado por Marcelo Olinto, a Cia dos Atores promove a estreia do coreógrafo João Saldanha na direção teatral. Foi o ator quem convidou o conceituado coreógrafo, que acabou por assinar também o texto. Para Olinto, essa troca de experiências com companhias e profissionais de fora do grupo é um dos trunfos da Cia dos Atores.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/162

 

Se Fosse Fácil Não Teria Graça

O ator, diretor e palhaço Nando Bolognesi tem esclerose múltipla desde os 21 anos. No espetáculo “Se Fosse Fácil, Não Teria Graça”, da Mostra do Festival de Curitiba, ele transforma a doença em comédia. Bolognesi enquadra o seu espetáculo na categoria sit down tragedy, um contraponto bem-humorado ao termo stand up comedy.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/177

 

The Rape of Lucrece

Um poema pouco conhecido de William Shakespeare adaptado para os palcos e levado ao público por meio de narrativa e canções. Raramente encenado, “The Rape of Lucrece” (ou “O estupro de Lucrécia”, livremente traduzido) apresenta o drama da lendária Lucrécia, uma dama romana violentada por Sexto Tarquinio, filho do imperador de Roma, e que, envergonhada, suicida-se em frente ao marido depois de lhe confessar a sua desonra.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/151

 

A Importância de Ser Perfeito

O jogo de aparências da vida em sociedade está em palco na adaptação inédita da secular comédia The importance of being Earnest, de Oscar Wilde. A versão brasileira, intitulada “A importância de ser Perfeito”, transporta toda a ação da Londres vitoriana para os dias atuais no Brasil e tem direção de Daniel Herz. Neste espetáculo, podem-se esperar as consagradas frases de Wilde mescladas com tiradas inteligentes do cenário contemporâneo do nosso País.
Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/154

 

Paixão e Fúria – Calas, o Mito

“Paixão e fúria – Callas, o mito” é um espetáculo de dança que celebra o aniversário de 90 anos da cantora lírica Maria Callas e marca a estreia do Studio3 Cia de Dança no Festival de Teatro de Curitiba. No palco, 20 bailarinos enfrentam o desafio de incorporar a paixão e a fúria, dois sentimentos que se tornaram a identidade artística de Callas.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/152

 

A Toca do Coelho

O luto provoca diferentes reações. A expressão das dores do luto e as tentativas de um homem e de uma mulher de se reencontrar como casal depois da morte do filho de quatro anos são o pano de fundo para que sentimentos como angústia, culpa, raiva, insegurança, esperança, desejo e medo venham ao palco em “A toca do coelho”, espetáculo sob a direção de  Dan Stulbach.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/175

 

Nem Mesmo Todo o Oceano

Depois de duas temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, o espetáculo “Nem Mesmo Todo o Oceano” chega à Mostra 2014 do Festival de Teatro de Curitiba, abordando questões obscura da Ditadura Militar no Brasil. A montagem da carioca Cia OmondÉ foi indicada ao Prêmio Questão de Crítica nas categorias Direção e Direção Musical e é uma adaptação do romance homônimo de Alcione Araújo.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/173

 

Pesadelo

Depois de temporadas de sucesso no Rio de Janeiro com os espetáculos “É Culpa da Vida que Sonhei ou dos Sonhos que Vivi” e “Memória Inventada no Sonho de Alguém”, a Cia Sala Escura de Teatro encerra a sua Trilogia dos Sonhos com a estreia nacional de “Pesadelo”, mais nova peça do grupo carioca capitaneado pelo autor e diretor Iuri Kruschewsky.

 

Conselho de Classe

Com texto de Jô Bilac, “Conselho de Classe” é uma das três montagens criadas pela Cia. dos Atores para celebrar seus 25 anos nos palcos.  Nela, a companhia encena a história de um grupo de professores em uma reunião que sai do prumo quando um novo diretor chega.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/158

 

Nus, Ferozes e Antropófagos

Separados por um oceano e pelas diferenças culturais de cada país, mas unidos por ideais criativos em comum, artistas brasileiros e franceses se reúnem no projeto “Nus, Ferozes e Antropófagos”. Fruto do intercâmbio da companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba, e dos grupos franceses Coletivo Jakart Mugiscué e Centre Dramatique National de Limousin, em Limoges, o espetáculo terá um ensaio aberto dentro da Mostra 2014 do Festival de Teatro de Curitiba.

Leia mais: http://festivaldecuritiba.com.br/noticias/ver/211

Você pode gostar também